22.6.09

A MOSCA E O PRESIDENTE....to be continued....




O grupo PETA, de defesa dos direitos dos animais, pede a Barack Obama que tenha uma atitude mais humana, da próxima vez que uma mosca se intrometer no seu caminho. O Presidente dos Estados Unidos matou uma mosca durante uma entrevista à CNBC, na Casa Branca.

(Fonte: Sic Online)

O que dizer sobre isto?

18.6.09

Neologismos...?



Alevantar
O acto de levantar com convicção, com o ar de 'a mim ninguém me come por parvo!... alevantei-me e fui-me embora!'.

Aspergic
Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina.

Assentar
O acto de sentar, só que com muita força, como fosse um tijolo a cair no cimento.

Capom
Porta de motor de carros que quando se fecha faz POM!

Destrocar
Trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.

Disvorciada
Mulher que se diz por aí que se vai divorciar.

É assim...
Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não quer dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase.

Muito utilizado por jornalistas e intelectuais.

Entropeçar
Tropeçar duas vezes seguidas.

Êros
Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.

Falastes, dissestes...
Articulação na 4ª pessoa do singular. Ex.: eu falei, tu falaste, ele falou, TU FALASTES.

Fracturação
O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial. Casa que não fractura... não predura.

Inclusiver
Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho esta palavra muita gira.
Também existe a variante 'Inclusivel'.

Númaro
Já está na Assembleia da República uma proposta de lei para se deixar de utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em claro desuso.

Por mim, acho um bom númaro!

Parteleira
Local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.

Perssunal
O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. Ex.: 'Sou perssunal de futebol'.

Dica: deve ser articulada de forma rápida.

Pitaxio
Aperitivo da classe do 'mindoím'.

Prontus
Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um 'prontus'! Fica sempre bem.

Prutugal
País ao lado da Espanha. Não é a Francia.

Quaise
Também é uma palavra muito apreciada pelos nosso pseudo-intelectuais. Ainda não percebi muito bem o quer dizer, mas o problema deve ser meu.

Stander
Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o 'stander' de automóveis. O 'stander' é um dos grandes clássicos do 'português da cromagem'...

Tipo
Juntamente com o 'É assim', faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. É assim... tipo, tás a ver?

Treuze
Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.

Presidente dos EUA MATA MOSCA ao vivo na TV

Barack Obama usou concentração e agilidade para matar a mosca que o importunava durante entrevista para a TV na Casa Branca. Ele ficou em silêncio, ergueu uma mão e, quando a mosca pousou na outra, matou-a com um único golpe. "Foi bastante impressionante, não? Eu a peguei de jeito", brincou.


Novidade,
Proximidade, Tamanho, Relevância da Notícia?

Resposta:
Presidente dos Estados Unidos da América

Tânia Silva

14.5.09

Saudade "é a 7ª palavra mais difícil de traduzir"



Uma lista compilada por uma empresa britânica com as opiniões de mil tradutores profissionais coloca a palavra "saudade", em português, como a sétima mais difícil do mundo para se traduzir.

A relação da empresa Today Translations é encabeçada por uma palavra do idioma africano Tshiluba, falando no sudoeste da República Democrática do Congo: "ilunga".

"Ilunga" significa "uma pessoa que está disposta a perdoar quaisquer maus-tratos pela primeira vez, a tolerar o mesmo pela segunda vez, mas nunca pela terceira vez".

Em segundo lugar ficou a palavra "shlimazi", em ídiche (língua germânica falada por judeus, especialmente na Europa central e oriental), que significa "uma pessoa cronicamente azarada"; e em terceiro, "radioukacz", em polonês, que significa "uma pessoa que trabalhou como telegrafista para os movimentos de resistência ao domínio soviético nos países da antiga Cortina de Ferro".

*Contexto cultural *

Segundo a diretora da Today Translations, Jurga Ziliskiene, embora as definições acima sejam aparentemente precisas, o problema para o tradutor é refletir, com outras palavras, as referências à cultura local que os vocábulos originais carregam.

"Provavelmente você pode olhar no dicionário e [...] encontrar o significado", disse. "Mas, mais importante que isso, são as experiências culturais [...] e a ênfase cultural das palavras."

Veja a lista completa das dez palavras consideradas de mais difícil tradução:

1. "Ilunga" (tshiluba) - uma pessoa que está disposta a perdoar quaisquer maus-tratos pela primeira vez, a tolerar o mesmo pela segunda vez, mas nunca pela terceira vez.

2. "Shlimazl" (ídiche) - uma pessoa cronicamente azarada.

3. "Radioukacz" (polonês) - pessoa que trabalhou como telegrafista para os movimentos de resistência o domínio soviético nos países da antiga Cortina de Ferro.

4. "Naa" (japonês) - palavra usada apenas em uma região do país para enfatizar declarações ou concordar com alguém.

5. "Altahmam" (árabe) - um tipo de tristeza profunda.

6. "Gezellig" (holandês) - aconchegante.

7. Saudade (português) - sentimento nostálgico, sentir falta de alguma coisa ou alguém (o significado não é consensual).

8. "Selathirupavar" (tâmil, língua falada no sul da Índia) - palavra usada para definir um certo tipo de ausência não-autorizada frente a deveres.

9. "Pochemuchka" (russo) - uma pessoa que faz perguntas demais.

10. "Klloshar" (albanês) - perdedor.

(Fonte: BBC, em Londres)


11.5.09

A História da Imprensa e a Imprensa na História o contributo dos Açores

Ponta Delgada, Universidade dos Açores
28 a 30 de Maio de 2009

Esta iniciativa, que se enquadra no projecto “História da Imprensa nos Açores (séculos XIX-XX)”, apoiado pela DRCT, visa, por um lado, debater aspectos essenciais do percurso histórico da imprensa e seu impacte na vida das sociedades e, por outro, integrar a evolução da imprensa açoriana em contextos mais vastos, quer a nível nacional, quer internacional. De facto, ainda que seja bem conhecida a importância cultural e histórica da imprensa açoriana, tanto em termos quantitativos como qualitativos, considerou­‑se, no entanto, que o confronto das especificidades das publicações periódicas editadas no arquipélago com o movimento evolutivo da imprensa nacional e internacional seria essencial para uma mais rigorosa compreensão e valorização da história da imprensa açoriana.
Com efeito, todas as ilhas, à excepção da ilha do Corvo, “deram voz” a publicações periódicas, sendo muito apreciável o número de títulos, incluindo jornais especializados, designadamente nas áreas da agricultura, da religião, da instrução pública, humorísticos, jurídicos, literários, etc. Sendo certo que a imprensa pode ser considerada como uma espécie de retrato da sociedade em que se insere, também é, simultaneamente, motor de progresso e desenvolvimento. Esta “apetência”, pode dizer-se, dos açorianos pela publicação de jornais (e outro tipo de periódicos como revistas, almanaques, boletins oficiais, etc.) fica bem demonstrada ao ter-se em atenção que o número de títulos publicados atinge as cerca de oito centenas. Só na década de sessenta do século XIX circularam por volta de 70 títulos nas ilhas de S. Miguel, Terceira, Faial e Graciosa e, na década de 90, cerca de 140, incluindo, além das citadas, as ilhas de S. Jorge, Pico e Flores.
Neste sentido, as colecções dos jornais são fonte insubstituível de consulta por parte de investigadores e de uma ampla faixa de pessoas que, por motivos de interesse cultural ou outro, a elas também recorrem. Assim sendo, esta vertente da imprensa como fonte histórica será também aberta à apresentação de comunicações e ao debate, em vista das potencialidades, mas também das limitações, que a imprensa apresenta enquanto fonte histórica.
Procura-se, com a realização do colóquio internacional A História da Imprensa e a Imprensa na História: o contributo dos Açores, aprofundar o conhecimento da história da imprensa nos Açores, com a certeza de que por ela passaram e nela se debateram, em cada contexto histórico, os grandes temas da contemporaneidade.
De facto, a imprensa surge nos Açores numa conjuntura dramática da história de Portugal – a guerra civil que opôs liberais e absolutistas e prolonga-se por entre crises e épocas de maior tranquilidade. Pelas páginas dos jornais perpassaram os grandes debates políticos, os projectos de desenvolvimento económico, as candentes questões sociais, as inovações estéticas e culturais, as problemáticas cívicas, éticas e religiosas. Nas páginas dos jornais açorianos marcaram presença vultos da cultura portuguesa como Teófilo Braga, Manuel de Arriaga, Roberto de Mesquita, Vitorino Nemésio ou Natália Correia, entre outros. Não foram poucas as situações em que os jornais, em especial nos seus “folhetins”, serviram como uma espécie de ensaio sobre a aceitação pública do que, posteriormente, seria publicado em livro, quer se tratasse de crónicas, de contos ou de outras modalidades narrativas. Refira­‑se, igualmente, os suplementos culturais que, ao longo do tempo, foram enriquecendo o panorama cultural açoriano e possibilitando o surgimento de novos valores nas diversas áreas da produção e intervenção culturais. Trata-se, pois, de um inestimável património cultural, repertório, no fundo, de uma parcela significativa da nossa história e que apela, não só a uma cuidadosa preservação, como à divulgação pelos meios tecnológicos modernos (como, aliás, começa a ser feito) e ao estudo, sob diversas perspectivas. Foi com a consciência desta realidade que o CEGF, o CEIS20 e a Câmara Municipal de Ponta Delgada se decidiram promover este colóquio em que participarão investigadores portugueses, espanhóis, alemães e polacos.

16.4.09

Jornal de Notícias lidera no trimestre



A liderança do Jornal de Notícias nos generalistas, a do Record nos desportivos são algumas das principais novidades do Bareme Imprensa relativo ao primeiro trimestre. Período em que todos os gratuitos, sem excepção, vêem cair as suas audiências.
Nos diários generalistas, o JN ultrapassou com 12,2% o até aqui líder Correio da Manhã, que fixa a sua audiência nos 12%. De acordo com o Bareme Imprensa relativo ao primeiro trimestre, o lugar cimeiro do título da Controlinveste representa uma subida de 3,39% face à vaga anterior e de 12,96% face ao período homólogo. Já o CM mantém a sua audiência em relação à última vaga e melhora em 8,11% quando comparado com o primeiro trimestre do ano passado.
De destacar também o comportamento positivo do Diário de Notícias que, com 4,7% de audiência, resultante de uma subida de 38,24%, tanto em relação à vaga anterior como homóloga, ultrapassa o Público (4,6%), posicionando-se como o quinto título do segmento com maior audiência. O diário da Sonaecom, contudo, também melhora o seu desempenho em 2,22% e 12,2% em relação à última vaga e homóloga, respectivamente. 3,2 % é, por seu turno, o valor de audiência do 24 Horas, o que representa uma subida de 28%, face à última vaga, e 23,08%, em relação ao período homólogo, do título da Controlinveste.
Na primeira vaga de 2009 os gratuitos vêem todos descer as suas audiências, tanto em relação ao trimestre anterior, como face a igual período do ano passado. Apesar de em queda (25,61%, face à última vaga, e 15,28%, em relação ao período homólogo), o Metro com 6,1% segura a posição de terceiro diário com maior audiência, distanciando-se do seu concorrente mais directo, o Destak. O título fecha o trimestre com 5,6%, valor que representa uma descida de 30,86% em relação à vaga anterior e de 24,32% face aos primeiros três meses do ano passado. O Global Notícias regista de Janeiro a Março uma audiência de 3,6% (caindo 29,41% face a período homólogo) e o Meia Hora de 1,3%, ou seja, menos 48% que em relação ao primeiro trimestre do ano passado.
Nos desportivos ocorre uma mudança de liderança. O Record com 9,6% ultrapassa nos três primeiros do ano A Bola que obtém 9,2%. O Jogo sobe a sua audiência fixando-a nos 5,6%.

Nos semanários, o Expresso lidera com 8% de audiência, ou seja, melhora em 2,56% face à vaga anterior, mas cai 2,44% face ao período homólogo. Os 3% de audiência registados pelo Sol representam uma melhoria de 15,38% e 20% face à ultima vaga e a igual período do ano passado, respectivamente. Nas newsmagazines a Visão mantém a liderança com 7,3% de audiência, menos 14,12% que em igual período do ano passado. A Sábado cai 13,95% face à vaga anterior para os 3,7%, embora face ao primeiro trimestre do ano passado o valor represente uma subida de 5,71%. A Focus fecha o trimestre com 1,2% de audiência.


(Fonte: Meios & Publicidade)

O jornal diário mais antigo do país celebra o seu 174º Aniversário. Parabéns!

No próximo Sábado o jornal diário mais antigo do país, o Açoriano Oriental, vai comemorar o seu 174º Aniversário.



O Açoriano Oriental foi fundado em 18 de Abril de 1835, por Manuel António de Vasconcelos, nascido na ilha de São Miguel.
Ao longo dos seus 174 anos de vida, o AO passou por várias vicissitudes, teve diversas orientações, mas a todas sobreviveu. Em Novembro de 1996, foi integrado na empresa Açormedia, mantendo uma linha editorial de liberdade, rigor e isenção política e económica, tendo como trave mestra da sua orientação “a livre administração dos Açores pelos açorianos”.
Essa linha editorial assegura-lhe uma prestigiante situação de jornal de referência e a liderança da imprensa diária açoriana. Tem o título mais antigo de jornal português, sendo um dos dez mais antigos do mundo em publicação contínua e com o mesmo nome.

Continuação de um bom trabalho! Felicidades!
"Culture forges links between different mentalities, languages, and generations better than any other medium."

(Dr. Henning Schulte-Noelle, Chairman of the Board of Trustees of the Allianz Kulturstiftung)

1.4.09

Google lança Gmail Labs em Português


A Google disponibiliza a partir de hoje o Gmail Labs em língua portuguesa, uma ferramenta que permite aos utilizadores do serviço electrónico Gmail a personalização das suas caixas de correio, fornecendo-lhes cerca de 50 novas funcionalidades.

Além de a informação estar em Português, o Gmail Labs, desde 2008 em inglês, está agora disponível em mais 48 idiomas, que abrangem os cinco continentes.

O Gmail Labs à escala global é disponibilizado no dia em que o Gmail comemora o quinto aniversário do seu lançamento, que ocorreu a 1 de Abril de 2004.

"O que nós estamos a fazer é pôr à disposição dos utilizadores uma série de funcionalidades novas que eles podem adicionar à sua conta Gmail. Trata-se de funcionalidades opcionais que abrangem uma série de questões práticas que tornam, no fundo, a navegação e a utilização do Gmail mais fácil de utilizar", salientou Paulo Barreto, director-geral do Google em Portugal, em declarações à Lusa.

Das novas funcionalidades, Paulo Barreto destacou a possibilidade de utilização do Gmail off-line. O utilizador pode aceder ao seu e-mail e escrever mensagens, mesmo quando não tem ligação à Internet, sendo que as alterações serão sincronizadas automaticamente assim que voltar a ter ligação.

Uma segunda funcionalidade do Gmail Labs, destacada pelo director do Google Portugal, é a denominada "Tarefas", através da qual o utilizador pode adicionar à sua caixa de entrada uma lista de tarefas a realizar, a partir de um e-mail e fazer alterações a partir do telemóvel.

O Gmail Labs disponibiliza também uma função que permite anular o envio de uma mensagem até cinco segundos após o envio.

Outra função experimental é o detector de anexo esquecido, que previne o envio de mensagens sem anexos, recebendo o utilizador um alerta caso tenha mencionado o anexo sem o ter adicionado.

Paulo Barreto salientou ainda outras "pequenas" alterações que irão permitir "ter mais do que uma 'inbox' a ser visualizada e passar o chat para o lado direito em vez de estar do lado esquerdo do écran", entre outras funcionalidades.

"O filtro do correio vai lhe pedir para fazer uma conta e só se acertar essa conta é que o e-mail vai seguir. É uma funcionalidade para as pessoas não mandarem e-mail fora de horas e, no fundo é só para verificar se as pessoas têm consciência das horas", disse.

De entre a meia centena de funcionalidades, Paulo Barreto, destacou também a que "permite visualizar vídeos do YouTube sem sair do Gmail, sem ter de ir ao site, o poder fazer 'play' no próprio e-mail e a possibilidade das mensagens serem traduzidas, caso sejam recebidas noutra língua", referiu.

Outras duas ferramentas que considera úteis são os "e-mails de resposta pré-definidos que sejam iguais para várias pessoas e as várias caixas de entrada com diversos filtros, que permite separar e-mails de trabalho de e-mails pessoais".

(Fonte: Lusa)

PÚBLICO bate recordes de tráfego em Março


O site do PÚBLICO bateu durante o mês de Março os seus anteriores recordes de tráfego, tendo atingido 28,2 milhões de “pageviews”, de acordo com o ranking Netscope da Marktest. O anterior recorde tinha sido batido em Janeiro de 2009, com 27,2 milhões de “pageviews”.

As visitas ao site chegaram aos 5,5 milhões, o que corresponde a um aumento de 12,4 por cento em relação a Janeiro de 2009. Os “browsers únicos” subiram do anterior recorde, também de Janeiro, de 1,6 milhões para 1,9 milhões.

Segundo as próprias regras da Netscope uma “pageview”, corresponde a um carregamento completo do conteúdo de uma página de web num browser. As visitas contam-se como a ligação de um computador ao site que está a ser medido, independentemente do número de páginas que são consultadas.

(Fonte: Público)